Cantor gospel ostentação deu calotes de mais de R$ 300 mil em Prada, Gucci e outras marcas de luxo

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Reprodução / Instagram

O cantor e influenciador gospel André Luís dos Santos Pereira é acusado de dar golpes que somam mais de R$ 300 mil em lojas de marcas de luxo como Prada, Gucci e Burberry. Segundo a polícia, ele e outros dois comparsas simulavam transferências falsas para enganar vendedores das lojas.

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De acordo com informações da coluna “Na Mira”, do portal “Metrópoles”, em 6 de setembro, o trio comprou mais de R$ 151 mil em peças da Prada. Dois dias depois, foram mais de R$ 124 mil em produtos da Gucci, entre outras compras.

Segundo as investigações, o cantor gospel usava um escritório em um prédio de alto padrão em Brasília para pedir atendimento VIP das lojas de luxo, no qual vendedores vão até a casa ou escritório do cliente. Após escolher as peças, André Luís simulava telefonar para um suposto assessor pedindo que uma transferência bancária fosse feita para a conta da loja. Segundos depois, um dos comparsas mostrava um suposto comprovante de pagamento, que, na verdade, não havia sido feito.

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“Um deles saía com as roupas e um outro simulava uma transferência bancária, fazia uma simulação falsa. Como são empresas grandes, que o dinheiro vai para conta jurídica, demorava para confirmar e, enquanto isso, eles tinham ido embora com as roupas já”, disse o delegado Gleyson Mascarenhas, ao jornal “O Globo”.

O advogado do cantor, Paulo Roberto de Matos Júnior, afirmou que os casos tratam-se, na verdade, de “desacordo comercial”.

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Passagens pela polícia

Ainda segundo o “Metrópoles”, André Luís tem uma série de passagens criminais por uso de documento falso, estelionato e fraude. O cantor gospel também é acusado de envolvimento com a máfia dos concursos, quadrilha que cometia fraudes em certames públicos. Os dois comparsas também tem ficha criminal e respondem por crimes graves, como homicídio qualificado e culposo.

Os suspeitos respondem por associação criminosa e estelionato. As acusações contra o trio são investigadas pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

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