Estudantes pedem a volta do Cursinho Popular

Projeto suspenso há meses tem auxiliado centenas de jovens a conquistar o acesso ao ensino superior

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Estudantes pedem avolta do Cursinho Popular
Projeto suspenso há meses tem auxiliado centenas de jovens a conquistar o acesso ao ensino superior

Na terça-feira, 11, alunos e professores do projeto Cursinho Popular, em Carapicuíba, estiveram mais uma vez na Câmara Municipal de Carapicuíba para reivindicar a realização de um processo seletivo para contratação de novos profissionais para o cursinho, atualmente suspenso.

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Nos últimos anos, o projeto tem auxiliado centenas de jovens a conquistar o acesso ao ensino superior.

Empunhando cartazes que pediam a realização de novo processo seletivo e manifestavam a importância do projeto para a juventude de Carapicuíba, os representantes realizaram um ato pacífico durante a Sessão Ordinária e receberam apoio dos parlamentares.

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Projeto está suspenso há meses

Professor Ladenilson (PMB), inclusive, utilizou a Tribuna da Câmara para prestar solidariedade aos estudantes e cobrar uma solução rápida para o impasse, que dura alguns meses, desde que o Ministério Público proibiu a realização de um novo processo seletivo.

“Eu conheço o Cursinho, porque já fui um dos primeiros professores aprovados para trabalhar no projeto. Sei do sucesso dele no que diz respeito à inclusão dos jovens no Ensino Superior. Por isso, procurei o Executivo para buscar uma solução. Fui informado que em 2012, a Prefeitura foi notificada de que não poderia realizar um processo seletivo por ser um ato ilegal”, comentou.

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Uma nova reunião entre os vereadores, Prefeitura e representantes do projeto foi promovida no dia 10. Na ocasião, de acordo com os parlamentares, o prefeito Marcos Neves (PV) garantiu que não possui qualquer intenção de acabar com o Cursinho.

“Acredito que não há mais espaço para a velha política do quanto pior, melhor. Não devemos ficar buscando culpados para os erros de outras gestões. A nós do Legislativo e do Executivo, cabe, sim, a busca de uma solução para este impasse”, completou Ladenilson.

O presidente da Câmara, Ronaldo Souza (SD), também afirmou que a Casa estará atenta ao problema e participará das tratativas para que o projeto não seja cancelado.

“Esta é uma bandeira legítima e a Câmara tem a obrigação de abraçar a causa. Somos solidários a todos os envolvidos neste problema e vamos juntos com a Prefeitura resolver esta questão”, garantiu.

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