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Famosos defendem vacina contra covid-19 e Rafinha Bastos detona quem recusa: “Gente burra e teimosa”

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Reprodução

Em meio a altos índices de pessoas que afirmam que não pretendem se vacinar contra a covid-19, famosos têm se posicionado nas redes sociais para conscientizar a população sobre a importância da vacina.

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O apresentador Luciano Huck também saiu em defesa da vacinação: “Eu vou tomar a vacina, minha família vai tomar a vacina, recomendo que as pessoas tomem a vacina e ponto final”.

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Um dos principais influenciadores digitais do país, Felipe Neto fez um vídeo para defender a obrigatoriedade da vacina.

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Luciano Huck lembrou ainda a importância da vacinação ao longo da história: “Na década de 1920, 1 em cada 5 crianças morria de alguma doença infecciosa antes de completar 5 anos. Hj não imaginamos como essas doenças eram cruéis. Graças às vacinas, doenças altamente contagiosas foram quase erradicadas. Algumas, como a varíola, o foram de fato”.

“Vacinar é cuidar de si próprio e de quem se ama. Negacionismo não irá nos levar a lugar algum. Chegou a hora de vencer a covid-19 com ajuda da ciência”, afirmou o apresentador.

O apresentador Pedro Bial fez duras críticas ao presidente Jair Bolsonaro pela atuação perante à pandemia e, segundo ele, “desprezar a vacina”. “Sem máscara e sem noção, ele causou aglomeração. O inominável contribuiu de forma decisiva para que mais gente morresse. Agora se supera, delirante, ao desprezar a única solução: a vacina. Como disse o próprio acéfalo que hoje ocupa o Palácio do Planalto: morrer todo mundo vai morrer mesmo. Pior quem tem uma vida pela frente”.

O humorista e influenciador Rafinha Bastos ironizou: “Obrigar a população a tomar vacina é um erro. Gente burra e teimosa tem que sofrer. Deixa a seleção natural atuar, Brasil!”.

Por outro lado, a hashtag #NãoVouTomarVacina é um dos destaques desta quinta no Twitter no Brasil, com mensagens de apoiadores e críticos.

No STF

Nesta quarta-feira (16), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski deu parecer favorável para que os governos locais possam estabelecer medidas para vacinação obrigatória da população contra a covid-19.

Para o ministro, a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios podem estabelecer medidas legais pela obrigatoriedade, mas não podem determinar a vacinação forçada, ou seja, ninguém poderá ser coagido pelo Estado a ser imunizado.

Para o ministro, o cidadão não deve ser levado à força para tomar a vacina, mas poderá ter direitos restringidos, como deixar de receber um benefício ou ser proibido de entrar em algum lugar pela não apresentação de comprovante de vacinação.

A votação sobre a vacinação obrigatória no STF deve ser retomada hoje (17). Faltam os votos de dez ministros.

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