Homem que matou mulher em Osasco não aceitava que ela trabalhasse

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Daiane foi esfaqueada por Cesar após voltar de uma confraternização de fim de ano do novo emprego / Foto: reprodução

O homem preso após confessar ter assassinado a facadas a mulher, Daiane Leite Ferreira, de 27, em Osasco, na noite da última terça-feira (17), não aceitava que ela trabalhasse.

“Não deixava ela trabalhar por ciúmes. Não deixava ela trabalhar de jeito nenhum”, afirmou a tia dela, Maria Auxiliadora, em entrevista à imprensa, em frente ao velório de Daiane, no Bela Vista, nesta quarta (18).

Daiane havia começado há cerca de duas semanas em um emprego como recepcionista de um restaurante. Na noite em que foi morta, havia acabado de chegar de uma confraternização de fim de ano da empresa. O companheiro, Cesar, a recebeu com ofensas e ameaças.

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Os dois discutiram, até que ele a atacou com a faca. Daiane foi morta com 11 perfurações de no corpo: no tórax, abdome e cabeça.

O crime aconteceu na frente de dois filhos do casal. Quando os PMs chegaram na casa, na zona Norte de Osasco, o homem confessou que, durante uma briga por ciúmes, havia atacado a mulher com uma faca e que provavelmente ela estaria morta.

Ele foi algemado e colocado na viatura. Na casa, os policiais encontraram Daiane já sem vida, caída no chão da sala, com uma faca próxima ao corpo.

O assassino foi levado ao 10º DP de Osasco, no Jardim Baronesa, onde manteve a confissão do assassinato.

De acordo com parentes de Daiane, eram frequentes as agressões e ameaças de Cesar contra a mulher. Alguns afirmam, inclusive, que ele chegou a ameaçá-la usando os próprios filhos.

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