Operação Caça Fantasmas: Justiça nega prisão de vereador osasquense

Decisão do Tribunal de Osasco reforça argumento da defesa contra existência de indícios de coação à testemunha por parte do réu.

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O vereador Josias da Juco (PSD)

Nesta quinta-feira (27), o vereador de Osasco Josias Nascimento de Jesus, o Josias da Juco (PSD), obteve decisão favorável do Tribunal de Justiça, após reiteração de pedido feito pelo Ministério Público (MP), que solicitava a prisão do parlamentar por suposta ameaça à testemunha, no processo que investiga contratações de funcionários fantasmas por diversos políticos na cidade – a chamada Operação Caça-Fantasmas.

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Além de Josias, outros vereadores e ex-vereadores de Osasco respondem a ações penais pela suposta alocação de funcionários fantasmas na Câmara de Osasco.

Em audiência anterior, uma das testemunhas relatou ter sofrido ameaça de Josias da Juco. O MP pediu imediata prisão do réu com base neste depoimento. A defesa de Josias, exercida pelo advogado Leonardo Pantaleão, da Pantaleão Sociedade de Advogados, rebateu os argumentos do Ministério Público e a juíza indeferiu o pedido. O MP recorreu e teve, novamente, o pedido negado.

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A decisão reforça o entendimento da 2ª vara Criminal da Comarca de Osasco, que já havia indeferido pedido de prisão preventiva por entender que não cabe a medida excepcional, desconsiderando flagrante ilegalidade e indícios que vinculem Josias ao ato de coação no curso do processo.

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