“Ouse acreditar”: campanha da Sindona Incorporadora quer elevar autoestima da população

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Bruno Sindona
Bruno Sindona, CEO e fundador da Sindona Incorporadora / Foto: Arquivo pessoal

A autoestima não tem a ver somente com a aparência. Segundo especialistas, ela está diretamente ligada à capacidade de aproveitar a vida e as oportunidades. Encarar desafios com uma mente mais aberta e viver com mais qualidade de vida. E esse é um desafio ainda mais importante em meio à pandemia.

Para falar sobre esse tema e aplicá-lo no cotidiano do osasquense, principalmente de quem sonha em realizar o sonho de ter a casa própria, a Sindona Incorporadora acaba de lançar a campanha institucional OUSE ACREDITAR, que tem sido divulgada nas redes sociais da construtora.

Bruno Sindona, CEO e fundador da empresa, que tem diversos empreendimentos à venda na região, explicou ao Visão Oeste justamente sobre como a autoestima interfere na concretização de sonhos e no olhar que as pessoas podem ter em relação ao potencial de Osasco.

Bruno Sindona
Foto: Arquivo Pessoal

Ele ressalta que a Sindona é uma empresa que nasceu na contramão das circunstâncias e que busca promover mudanças sociais e melhorias na qualidade de vida das pessoas por meio da construção civil. É uma busca por reproduzir o que de fato aconteceu na vida de Sindona, que descobriu, na prática, que é possível construir moradias de qualidade, economicamente viáveis e com espaços que promovam o bem-estar.

Visão Oeste: A campanha OUSE ACREDITAR foi desenvolvida com qual objetivo e para qual público-alvo? Quais pontos foram levados em consideração para sua criação?

Bruno Sindona: Lançamos a campanha OUSE ACREDITAR para mostrar a nossa relação positivista em meio a todos esses acontecimentos e principalmente com o futuro. Queremos mostrar que a Sindona acredita no futuro. Somos uma incorporadora da região, então a gente constrói apenas na região oeste da Grande São Paulo e a nossa proposta tem muito a ver com o nosso público-alvo, que é a classe C, famílias que querem comprar um imóvel para sair do aluguel.

Queremos frisar que é preciso ter a coragem de acreditar. Gosto muito de uma frase do Aristóteles: “A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras”, porque é uma verdade. Temos que acreditar que é possível e, como costumo dizer em uma palestra que faço, não se preocupe porque tudo vai dar errado. O momento perfeito não existe, mas precisamos ter coragem para arriscar sem olhar para as circunstâncias.

A ideia é mostrar ao comprador que o primeiro passo é acreditar que pode comprar, e ao vendedor, que pode vender. Mas essa campanha vai além disso, queremos incentivar Osasco e os munícipes, nascidos ou não aqui, a ter esse senso positivista e mostrar como podem se enxergar maiores do que são e como podem enxergar a nossa cidade maior do que ela é. O município vive atualmente com um problema de autoestima muito grande mesmo sendo uma cidade que se desenvolveu muito e eu pude acompanhar essa evolução, mas as pessoas não acreditam que ela possa ser o que de fato é.

A campanha foi pensada diante de qual cenário de desenvolvimento imobiliário e econômico em Osasco?

Osasco tem uma localização privilegiada, temos as empresas mais modernas do nosso país, como iFood, Mercado Livre, a Havan, que está chegando, entre tantas outras que viram em nossa cidade atrativos que os próprios osasquenses não viram. A cidade foi desenvolvida, mas precisa se ampliar e isso parte principalmente dos próprios munícipes que podem enxergar a cidade com outros olhos.
Os shoppings da cidade, por exemplo, foram feitos apenas para um cenário periférico. Osasco não tem espaços bonitos, não tem locais agradáveis para sequer tirar uma foto legal. Tínhamos praças bonitas, mas com o tempo ficaram deterioradas. Outra coisa que não temos é um espaço para convenções, feiras e outros grandes eventos. São questões que precisam partir de uma parceria entre o munícipe, o poder público e a iniciativa privada. Então, a gente quer trazer essa beleza, inovação, além de atrair outras grandes marcas, mas os munícipes não têm uma cultura muito participativa, os debates em torno dessas questões são pequenos e partem de uma minoria justamente porque grande parte das pessoas não acreditam no potencial da cidade.

A Sindona busca atingir essas pessoas para aumentar essa autoestima. E essa campanha foi pensada com esse objetivo, a partir das questões sobre “como a gente quer ter uma cidade que acredita em si mesmo e que tenha uma autoestima melhor?”. Eu sempre digo que o grande problema do ser humano moderno é autoestima e a casa está vinculada a isso, não é? Por que como você vai exigir produtividade de uma pessoa que mora em uma casa desconfortável, que em dias de chuva, por exemplo, ela vai estar no trabalho preocupada pensando se a casa estará sendo inundada?
Então, a Sindona ataca esse problema porque as pessoas tem a capacidade de ser, de fazer, de produzir, de conquistar a tão sonhada casa própria, mas não acreditam que isso é possível. A gente precisa olhar para a grandeza da cidade para poder permitir que essas pessoas tenham uma vida digna e possam oferecer uma vida confortável para a sua família.

A Sindona tem um diferencial que a torna uma empresa singular: não pensa apenas em desenvolver projetos, mas existe todo um contexto social que já impactou milhares de famílias na região. Fale um pouco sobre isso. Qual a importância de trabalhar com esse viés social e político?

O desenvolvimento econômico é uma demanda que nasce da escassez e o que a Sindona faz é o mínimo, levando em consideração que o desenvolvimento imobiliário é a peça fundamental nesse processo. Se a gente olhar os prédios na nossa cidade, conseguimos ver que a qualidade é muito baixa, que a arquitetura poderia ser melhor e que estamos perdendo muito em qualidade. E a Sindona trabalha visando principalmente o desenvolvimento humano, imobiliário e econômico, mas não conseguimos exercer essa função com êxito sem a participação de todos e principalmente, sem que as pessoas desenvolvam esse olhar positivista do qual estamos falando.

Sindona Incorporadora
Foto: Arquivo Pessoal

Você acredita que o Plano Diretor seria um instrumento ideal para ajudar nesse processo? Inclusive, Osasco realizou até audiências públicas para discutir o documento, que tem previsão de ser atualizado a cada dez anos.

Sim. Então, há conversas, diálogos, mas como havia dito, essas discussões são em um âmbito muito menor em relação à quantidade de habitantes que temos em Osasco. Além disso, entre a minoria que participa estão aqueles que procuram seus próprios interesses, então muito se discute, mas, na prática, a gente vê que a cidade não tem evoluído nesse sentido.

Estamos em meio à pandemia de Covid-19, que trouxe diversos impactos para os empreendedores e principalmente ao pequeno empreendedor e à população mais pobre. Como você define esse processo? O que mudou de fato?

Durante a pandemia, as vendas não diminuíram, mas muita coisa mudou e ainda vai mudar porque muitas pessoas passaram a trabalhar de casa. Estão aprendendo a trabalhar em horários alternativos, elas têm evitado deslocamentos desnecessários, o que contribuirá também com a diminuição do congestionamento nas ruas, que é um dos grandes problemas de quem gastava mais de uma hora para se deslocar de casa para o local de trabalho.

A gente passa a trabalhar de uma maneira digital e isso promove uma mudança de comportamento, ou seja, a maneira de interagir com as pessoas da nossa casa, do nosso trabalho e de outras esferas do âmbito social ainda vai mudar muito.

Isso afeta o modo como a Sindona projeta seus empreendimentos?

Sim, essa mudança já tem impactado também no nosso olhar ao idealizar um empreendimento. Hoje, para pensarmos em um imóvel residencial, precisamos entender que é necessário ter mais espaços para entregas simultâneas de comidas por aplicativo, como Rappi e Uber, por exemplo. Outra coisa que já fazia parte da iniciativa da Sindona, mas acabamos por ampliar ainda mais são os espaços de cowork, tudo para atender às necessidades que vêm surgindo porque todos nós buscamos nos adaptar de alguma forma. Então, essas serão algumas das grandes evoluções.

E isso vai refletir automaticamente no aumento de possibilidades porque a pessoa que passou a trabalhar de casa, que pode acompanhar melhor o desenvolvimento do filho, que consegue tomar café com a família e mesmo assim continuar trabalhando, dificilmente vai querer retornar à rotina de antes, quando era necessário se deslocar para o trabalho, pegar ônibus cheio, trânsito e tudo mais. Em casa, com as adaptações, acredito que será possível notar também um aumento na produtividade.

Acesse o site da Sindona Incorporadora e saiba mais sobre a empresa e os produtos disponíveis.

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