Prisão em flagrante da Presidente da OAB Osasco foi “nebulosa operação policial”, argumenta defesa

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A presidente da OAB Osasco conseguiu um habeas corpus e deve ser liberada da Penitenciária Feminina de Votorantim, no interior do estado, até a tarde desta sexta-feira, 27. À Justiça, no pedido de Habeas Corpus, a defesa de Libânia declarou que ela foi “envolvida em nebulosa operação policial que culminou na sua injusta e açodada prisão”.

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Libânia e o marido dela, Carlos Gomes, foram presos em flagrante na noite de terça-feira, 24, em um restaurante em São Roque, com R$ 2 mil entregues por Lindoso, que havia acionado a Polícia Civil previamente, em uma suposta tentativa de extorsão por parte dela.

A presidente da OAB Osasco estaria pedindo R$ 20 mil mais dois cargos públicos, para o marido e o filho dela, para acabar com as denúncias de supostas irregularidades na Câmara Municipal.

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Lindoso admitiu que já havia dado R$ 10 mil ao casal, mas evitou comentar sobre o pagamento para, segundo ele, “não atrapalhar as investigações”.

Errata: ao contrário do que estava originalmente nesta matéria, a declaração sobre a operação policial não foi da própria Libânia. Foi a argumentação de sua defesa, apresentada pela OAB Secção São Paulo. O texto foi corrigido.

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