8º maior PIB, Osasco é a única cidade entre as mais ricas que não é capital

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osasco aerea
Divulgação/PMO

Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na sexta-feira (17), com dados até 2019, aponta que o Produto Interno Bruto (PIB) de Osasco passou de R$ 76,6 bilhões em 2018 para R$ 81,9 bilhões no ano seguinte (crescimento de 6,9%).

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A alta é superior à média da Região Metropolitana de São Paulo (6,3%), do Estado de São Paulo (6,2%) e do Brasil (5,5%). O município, de acordo com o levantamento, é único que não é capital entre os oito mais ricos do país, e a segunda maior economia do estado (atrás da capital paulista), seguida por Campinas e Guarulhos.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade em um determinado período. Em dez anos, entre 2010 e 2019, o PIB de Osasco praticamente dobrou, passando de R$ 43,5 bilhões para R$ 81,9 bilhões.

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Após a queda nominal registrada em 2018, o IBGE voltou a indicar crescimento da economia osasquense em 2019, conforme já apontavam outros indicadores, como o de receita de impostos e a geração de emprego formal.

A tendência deve se manter em 2020 e 2021 em razão da chegada a Osasco de grandes empresas do setor de tecnologia e pelo perfil das grandes empresas com sede no município, cujo crescimento vem superando a média das demais.

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Crescimento

A pesquisa mostrou ainda que a participação de Osasco na economia do estado passou de 3,47% em 2018 para 3,49% em 2019. Na Região Metropolitana, a participação passou de 6,49% para 6,52%. Já no PIB brasileiro, a participação de Osasco foi de 1,09%, em 2018, para 1,11%, em 2019.

Apesar do crescimento acima da média, Osasco manteve a 8ª posição no ranking de PIB dos municípios, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Manaus e Porto Alegre. É o único município que não é capital entre os oito mais ricos do país, e a segunda maior economia do estado, seguida por Campinas e Guarulhos.

Já em relação ao setor de serviços, Osasco se manteve como 5º maior do país. A participação do valor adicionado do setor de serviços no PIB, sem desconsiderar administração pública e impostos, passou de 70% em 2018 para 71,1% em 2019. Considerando apenas o valor adicionado ao PIB, a participação do setor de serviços passou de 89,7% para 90,1%, a maior da história.

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