Antony, que brilha no Ajax, relembra infância difícil em Osasco: “Pressão era quando eu morava na favela”

“Pressão maior era quando eu morava na favela [em Osasco] e 9h da manhã ia para a escola e só comia alguma coisa às 9h da noite", disse o jogador.

0
antony osasco ajax
Divulgação

O atacante Antony, que tem brilhado com a camisa do Ajax, da Holanda, relembrou a infância difícil, na zona Sul de Osasco, para minimizar a pressão para atuar nos gramados europeus.

publicidade

“Pressão maior era quando eu morava na favela e 9h da manhã ia para a escola e só comia alguma coisa às 9h da noite. Isso sim é um pouco de pressão. Fora isso, a gente se adapta rápido”, declarou o jogador de futebol, em entrevista ao podcast Gringolândia, do Globoesporte. “A gente vai se acostumando ao frio. Vamos nos entrosando no país, com a língua, vai entendendo. Me adaptei muito rápido”, completou.

Sobre os planos para o futuro, o jovem talento osasquense declarou: “Quero ser campeão com o Ajax, quero fazer história. Todo jogador sonha com a seleção principal, mas creio que isso é naturalmente. Ir passo a passo, subindo um degrau de cada vez”.

publicidade

Ele também se esquivou de comentar sobre uma possível mudança para um clube europeu mais destacado, como Barcelona, Real Madrid, Liverpool… “O futuro só pertence a Deus. Estou muito feliz aqui no Ajax. Está muito cedo para falar disso”.

publicidade

Antony viveu a infância na zona Sul de Osasco e estudou na Emeief “Professora Etiene Sales Campelo”, no Jardim Suely, escola que ele visitou em 2019 e bateu papo com alunos: “É muito importante estudar para ser alguém na vida: um engenheiro, professor, advogado ou um jogador como eu. E nunca desistam dos sonhos de vocês, eu estou aqui para provar que tudo é possível”, disse, na ocasião.

antony osasco ajax
Ainda no São Paulo, jogador visitou escola onde estudou em Osasco

Antony também comentou na entrevista ao podcast Gringolândia sobre seu gosto por jogar futebol também no videogame. “Eu jogo com o Ajax, viu? É um time bom, time rápido”. E o osasquense não poupa sua versão virtual caso não esteja rendendo no game: “Comigo, ele está jogando. Mas quando ele está mal, tem que sacar!”.

Comentários