“Fiquei totalmente deformada”, diz Joelma, moradora de Alphaville, sobre covid-19

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joelma covid
Reprodução

Uma das moradoras ilustres de Alphaville, bairro nobre entre Barueri e Santana de Parnaíba, a cantora Joelma falou, em entrevista, sobre a experiência traumática de ter sido contaminada pela covid-19. “Foi uma experiência de quase morte”, contou, à revista “Quem”.

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Joelma já se recuperou da doença, mas ainda lida com as sequelas mais de 70 dias depois. “O meu corpo inchou, eu fiquei maior que uma grávida de nove meses. Fiquei totalmente deformada. Caiu muito meu cabelo, foi uma coisa absurda. Até agora meu corpo não voltou ao normal, tive que mudar de tamanho de sutiã”.

Em entrevista ao “Fantástico”, a cantora contou mais detalhes de como a covid-19 a afetou: “Afetou a minha visão. Eu via tudo embaçado e também. Coisas simples que eu não conseguia lembrar, não vinha na minha mente”.

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Joelma afirmou ainda que a superação da doença serve como uma lição de vida. “Foi renovador, mudou algo aqui dentro. Foi mais uma vitória, mais um obstáculo conquistado. Foi preciso eu passar por isso. Muda a forma de você ver a vida”.

“Por tudo o que passei, hoje tiro de letra qualquer coisa. Sou uma pessoa que procuro fortalecer muito a minha fé. Acho que quando você tem paz e alegria dentro de você, as coisas podem acontecer que você fica ali firme e forte”, continuou a moradora de Alphaville.

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As estimativas apontam que de cada três doentes de Covid, um vai ter sintomas de longo prazo, já que as defesas do organismo, em vez de voltarem ao normal, continuam super ativadas. E começam a atacar o próprio organismo.

“E é um ataque que os médicos chamam de inespecífico — ou seja, pode atingir vários órgãos. Por isso que é tão grande a variedade de sintomas de quem continua a se sentir doente depois de meses e meses. Mesmo que, teoricamente, já esteja curado”, diz reportagem do “Fantástico”.

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