Bancos mantém proposta e greve entra no 25º dia

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Paralisação//   Bancários recusam proposta de 7% de reajuste e abono de 3,5 mil, sem reposição da inflação

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Na quarta-feira, 28, a reunião entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf–CUT) e a Federação Nacional dos Bancos (Febraban) terminou sem acordo. Os bancários decidiram manter a greve, que entra no 25º dia nesta sexta, 30.

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Os bancos apresentaram ao Comando Nacional da categoria proposta completa de dois anos: manutenção do reajuste de 7% para 2016, com abono de R$ 3.500, sem repor a inflação este ano. Para 2017 o aumento seria de 0,5% acima da inflação. A proposta foi rejeitada na mesa de negociação já que, segundo os bancários, além de insistir no reajuste rebaixado em 2016, não trazia quaisquer avanços na manutenção dos empregos, reivindicações de saúde e condições de trabalho. Para VA, VR e auxílio-creche o reajuste também seria de 7%, abaixo da inflação, quando esses itens subiram em média 14%.

Uma assembleia será realizada na segunda, 3, a partir das 17h, para debater e orientar os rumos do movimento.
“Os bancos perderam a oportunidade de resolver a greve. Como a proposta detalhada nessa quarta ainda impõe perdas aos bancários, o Comando rejeitou e a greve continua”, afirma a presidente do sindicato, Juvandia Moreira.

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Os clientes podem usar os caixas eletrônicos para agendamento e pagamento de contas (desde que não vencidas), saques, depósitos, emissão de folhas de cheques, transferências e saques de benefícios sociais. Nos correspondentes bancários (postos dos Correios, casas lotéricas e supermercados), é possível também pagar contas e faturas de concessionárias de serviços públicos, sacar dinheiro e benefícios e fazer depósitos, entre outros serviços.

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