César Parra assina filiação ao PTB e deve lançar candidatura a deputado

César Parra assina filiação ao PTB e deve lançar candidatura a deputado

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Parra (2º da esq. para a dir.): Filiação abonada pelo deputado estadual Campos Machado

Um dos mais conhecidos e polêmicos personagens da política osasquense, o empresário Cesar Parra Campos, acaba de se filiar ao PTB. A filiação, abonada pelo líder maior da sigla no estado, deputado estadual Campos Machado, aconteceu no último dia 6 de abril.

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Em conversa com a reportagem do Visão Oeste, Parra disse que a filiação não significa candidatura e lembrou que no passado já integrou outras siglas, como PSDB, PRB e PSD e que nunca lançou seu nome a nada. Fontes ouvidas pela reportagem no diretório estadual do PTB garantem, contudo, que Parra deve pleitear uma vaga no Congresso Federal, como candidato a deputado federal.

Segundo ele, agora há uma nova percepção sobre a política local. Além de gozar de boa credibilidade junto ao público, Parra diz que os candidatos com maior potencial têm problemas com a justiça.

Sem qualquer dificuldade neste campo, deve então lançar seu nome, mas não sem antes buscar apoio popular. “Tudo vai depender da aceitação. Se a população assim quiser, eu serei candidato”, comentou.

Com histórico de não se calar ante suspeitas de corrupção cometidas por políticos locais, Cesar Parra garante que, caso seja eleito, irá manter o perfil denuncista e questionador que o fez ficar conhecido. Para tanto, diz que lutará por uma unidade da Polícia Federal em Osasco. “A PF tem uma unidade na Lapa, mas atende toda a Grande São Paulo. Precisamos de uma unidade aqui, para atender a região”, explicou.

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Questionado se espera um eventual apoio do prefeito Rogério Lins (Pode) ele diz achar difícil.  “Não quero o apoio dele, até porque ele já tem os próprios candidatos. Nós temos linhas de pensamento diferentes. Respeito muito, ele é o prefeito, mas não tem como estar junto”, avaliou.

Parra diz ainda que não deve “emprestar” seu apoio a outros candidatos, nem presidente e governador e que deve correr sozinho, com suas “próprias pernas”.

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