Contas abusivas e atendimento caótico da Enel em Osasco e região fazem Emidio acionar Aneel, Arsesp e MP

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emidio enel osasco
Reclamações de cobranças abusivas geraram aglomerações em agências da empresa, como em Osasco

Pré-candidato a prefeito de Osasco, o deputado estadual Emidio de Souza (PT) fez críticas a Enel e enviou requerimento às autoridades para que sejam tomadas providências contra as reclamações de cobranças abusivas e aglomerações em agências da empresa em cidades como Osasco e Cotia.

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A solicitação de Emidio foi encaminhada à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), à Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp) e ao Ministério Público de São Paulo.

“Em momento de pandemia, na qual a principal arma disponível é o distanciamento social e a crise econômica se aprofunda cada vez mais, sacrificando a subsistência da população, as dificuldades enfrentadas pelos consumidores ante cobrança abusiva e má prestação de serviços da distribuidora se mostram totalmente inaceitáveis”, justifica o parlamentar.

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Nos documentos, Emidio relata que tem ouvido muitas reclamações de consumidores sobre a má prestação de serviços oferecidos pela empresa durante a pandemia. “O que se vem observando na retomada dos atendimentos presenciais são longas filas, aglomerações e horas de espera para os consumidores de Osasco, Cotia e região que tentam resolver os problemas relacionados ao aumento da fatura. As longas filas e aglomerações nas agências da Enel já foram constatadas pelo Procon-SP, bem como, novamente, a má prestação de serviços”, relata Emidio.

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Em junho, a ENEL foi multada em R$ 10 milhões após ser alvo de mais de 40 mil reclamações no Procon por cobranças abusivas nas contas de luz. Na ocasião, a empresa ainda ficou de esclarecer as razões da interrupção na leitura presencial, uma vez que outras concessionárias de serviços essenciais, como água e gás, mantiveram a cobrança tradicional.

Nos ofícios enviados à ANNEL, ARSESP e MP, Emidio afirma que a cobrança abusiva e a má prestação de serviços da distribuidora são inaceitáveis e que os órgãos não podem ficar inertes diante desta situação.

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