“Gatinha da Cracolândia” assume que traficava drogas e se diz arrependida: “Minha vida acabou”

0
gatinha da cracolândia
Fotos: Reprodução/Redes Sociais/Record TV

Lorraine Bauer Romeiro, que ficou conhecida como “Gatinha da Cracolândia” e foi presa em Barueri, assumiu que traficava drogas na região central de São Paulo. Em entrevista ao Roberto Cabrini, exibida ontem (5), no “Domingo Espetacular”, da Record TV, a jovem disse que se arrepende do envolvimento com o crime.

publicidade

“Tem dia que eu acordo e eu não acredito que eu tô aqui. Parece que foi um pesadelo, porque foi tudo tão rápido. Minha vida acabou”, declarou Lorraine, que está presa há quatro meses no Centro de Detenção Provisória de Franco da Rocha.

A “Gatinha da Cracolândia” admitiu que não falou a verdade na primeira entrevista a Cabrini. Na ocasião, Lorraine disse que era usuária de drogas, mas que não tinha envolvimento com o tráfico.

publicidade
gatinha da cracolândia barueri
 Fotos: Reprodução

Desta vez, ao ser questionada se havia traficado, a jovem, aos prantos, confirmou. “Sim. Comecei a me envolver e a andar com pessoas erradas, que desde o começo eu sabia que não iam me proporcionar nada de bom. Infelizmente, fui pela cabeça das pessoas e conheci um novo mundo (das drogas e do crime). Mudei o ciclo de amigos e me afastei de todo mundo”, revelou Lorraine.

A jovem disse que começou a vender drogas em maio deste ano. Ela foi presa em junho e passou a cumprir prisão domiciliar. No mês seguinte, Lorraine foi presa em casa, em Barueri, sob acusação de continuar traficando. “Não foi algo que eu decidi, eu simplesmente estava lá. Eu ficava conversando, como se fosse um lugar normal. Eu fui porque eu quis, mas eu não sei o que se passava na minha cabeça. Pra mim era uma coisa normal, eu não tinha noção do perigo”, explicou.

publicidade
Reprodução / Instagram

Lorraine admitiu que movimentava muito dinheiro com o tráfico na Cracolândia, mas não quis detalhar como funcionava. Segundo as investigações da Polícia Civil, a “Gatinha da Cracolândia lucrava em média R$ 6 mil com o tráfico de drogas.

No presídio feminino, ela divide uma cela com outras duas detentas e disse que todas as presidiárias a conhecem como “princesinha”. Lorraine disse ainda que está arrependida de ter se envolvido com o crime e se considera “uma menina burra, que fez escolhas erradas e agora está aqui [na cadeia]”.

QUADRILHA DO PIX// Motorista é baleado em assalto na Castelo Branco, em Osasco

Comentários