Mãe sai a procura do suspeito de ter matado o filho dela em Itapevi

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Mãe sai a procura do suspeito de ter matado o filho dela em Itapevi
A mãe de Kleber Donizete não consegue descansar por saber que o assassino do filho ainda está impune / Foto: Reprodução/Record TV

Uma semana após o corpo de Kleber Donizete Oliveira ter sido encontrado, com sinais de tortura, em Itapevi, dona Lúcia Oliveira não consegue descansar por saber que o assassino do filho ainda está impune. O sogro do rapaz é apontado pela família como o principal suspeito do crime.

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Kleber ficou três dias desaparecido. Ele sumiu logo após ir à casa da namorada, Isabela, chamado pelo sogro, Edmilson, que já foi condenado a 15 anos de prisão por homicídio, em 2001. No local, Kleber mandou mensagens de áudio a um amigo indicando desconfiança de que poderia ser vítima de algo ruim. “Ele é maldoso, né? Vai saber o que ele quer”.

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Corpo de Kleber foi encontrado na quarta-feira (5) / Foto: reprodução

A família da namorada não foi mais vista após o desaparecimento do rapaz. Sem dormir direito, dona Lúcia decidiu sair em busca de Edmilson, como mostrou uma reportagem exibida nesta terça-feira (11), no “Cidade Alerta”, da Record TV. Ela já foi à casa da avó de Isabela e na residência da irmã do suspeito.

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“Não escondam ele. Se você souber [onde ele está] não tenha dó dele, tenha dó de mim porque se o seu irmão ficar preso, ele vai ficar lá e um dia ele sai, mas o meu filho, não. Meu filho não volta”, lamentou a mãe de Kleber. “Ele não esta aqui, senhora. A última vez que ele veio aqui foi na quarta-feira (28). De lá pra cá, não sei onde ele está, não vi ele nem ninguém. Eu também estou muito aflita. Eles ão ligam, não mandam mensagem e nem nada”, desabafou a tia da namorada da vítima.

Acompanhada pela Guarda Civil Municipal (GCM) de Itapevi, Dona Lúcia também foi até a casa da namorada do filho, onde acredita que Kleber teria sido torturado. No local, que já passou por perícia, é possível ver marcas de sangue pelo chão.

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A família da vítima recebeu informações de que Edmilson teria sido visto tentando vender os cavalos que tinha e que já não estão mais na casa onde ele morava. “Disse que os cavalos valiam R$ 7 mil e ele estava pedindo R$ 1 mil. Então, ele se coloca no lugar de ‘eu sou assassino’ porque se eu não faço algo, porque deixaria a minha casa e o meu conforto para fugir?”, questiona a mãe do rapaz.

“Tudo o que eu quero é justiça. Mataram o meu filho. Tiraram a vida do meu filho de uma maneira barbara, cruel. Nem pra ele, que fez tudo o que fez com o meu filho, eu não desejo o que o meu filho passou. Eu só quero ele na cadeia”, concluiu dona Lúcia, que viveu o pior Dia das Mães de sua vida.

No domingo (9), centenas de amigos e familiares de Kleber se uniram em uma carreata em homenagem ao rapaz e pedindo por justiça. O caso é investigado pela Delegacia de Itapevi.

(Com informações da Record TV)

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