“Não admitiremos todo esse aumento”, diz Rogério Lins sobre reajuste na tarifa de ônibus em Osasco

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Prefeito de Osasco, Rogério Lins (Podemos)/ Foto: Reprodução

O prefeito de Osasco, Rogério Lins (Podemos), esteve em Brasília, junto com prefeitos de diversas cidades do país, para solicitar aos governos federal e estadual subsídios para o transporte coletivo. A ação acontece em meio aos pedidos de reajuste das tarifas, devido à alta do diesel.

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“Se isso [subsídio] não acontecer, as empresas de ônibus poderão aplicar reajustes de até 50% na tarifa, já que estão há 3 anos sem reajuste. Em Osasco, as empresas solicitaram uma tarifa acima de R$ 6, mas não admitiremos que todo esse aumento aconteça”, declarou Rogério Lins, que também é vice-presidente de Empreendedorismo na Frente Nacional de Prefeitos (FNP), nesta quinta-feira (25).

O prefeito de Osasco destacou ainda que, caso seja necessário, a Prefeitura subsidiará parte do reajuste solicitado pelas empresas de transporte coletivo para reduzir “o máximo possível o impacto à população”.

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Da região, também foram à Brasília os prefeitos de Carapicuíba, Marcos Neves (PSDB), e de Itapevi, Igor Soares (Podemos). “Cobramos ações efetivas e ágeis do governo brasileiro para garantir a redução do valor do diesel e do gás, inclusive porque não queremos e não compactuamos com nenhum aumento na tarifa do transporte público”, declarou o prefeito de Itapevi.

“A população já sofre com os preços altíssimos em todas as áreas, inclusive alimentação, e é preciso ter ações urgentes para frear a inflação e restabelecer o crescimento da nação”, concluiu Igor Soares.

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Em Osasco, o último reajuste no preço da passagem ocorreu em 1º de janeiro de 2019, quando a tarifa subiu de R$ 4,35 para os atuais R$ 4,50. Já em 2020 e 2021, a Prefeitura barrou os aumentos, em meio à crise econômica causada pela pandemia de covid-19.

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