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Pai da “Gatinha da Cracolândia” foi morto em assalto em Barueri

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gatinha da cracolândia
Fotos: Reprodução

Após a repercussão da prisão de Lorraine Bauer, conhecida como a “Gatinha da Cracolândia” ou “Princesa da Cracolândia”, o irmão da jovem voltou a se pronunciar sobre o caso nas redes sociais. Lorruam Bauer negou que as viagens ostentadas pela irmã aos mais de 30 mil seguidores fossem pagas com dinheiro do tráfico.

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Lorruam usou as “Enquetes” nos Stories do Instagram para responder “verdade” ou mentira” sobre suposições do caso da irmã, que foi detida em Barueri. Entre as perguntas, Lorruam afirmou ser verdade que Lorraine “se envolveu com pessoas erradas”.

A adolescência de Lorraine e Lorruam foi marcada pela morte do pai, Ricardo Bauer Romeiro, em 2014, vítima de latrocínio (roubo seguido de morte). O empresário, que tinha 43 anos, levou um tiro na cabeça durante uma tentativa de assalto em Barueri, onde a família mora atualmente. Segundo o “Uol”, testemunhas relataram terem visto dois homens armados correndo da direção do veículo de Ricardo, mas os autores do crime ainda não foram identificados.

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Com a morte do pai, Lorruam afirma que sua mãe se esforçou para oferecer aos filhos uma “vida confortável”. “Perdemos nosso pai há 7 anos e, desde então, minha mãe sempre fez de tudo por nós, uma mulher guerreira e idônea”, disse o rapaz aos seus mais de 46 mil seguidores.

Segundo a polícia, a “Gatinha da Cracolândia” lucrava em média R$ 6 mil por dia com o tráfico de drogas. Ela é acusada de ajudar o namorado, André Luís Santos Almeida, que foi preso pelo mesmo crime, a administrar uma tenda na região da Cracolândia, ainda de acordo com as investigações.

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Reprodução / Instagram

Lorraine cumpria prisão domiciliar por ter uma filha pequena, quando foi detida novamente sob acusação de continuar traficando drogas. Segundo a Polícia Civil, ela vestia roupas largas e capuz para não ser reconhecida durante suas visitas à Cracolândia.

“Ela [Lorraine] tem uma beleza que a destacava das outras pessoas na Cracolândia. Isso facilitou a investigação para identificá-la naquela massa humana de usuários de drogas. Mas ela sempre tentava cobrir os cabelos com um capuz e usava trajes normais, para não chamar a atenção”, declarou o delegado Severino Vasconcelos, do 77° DP.

Além de dizer que a família “não vai passar a mão na cabeça” de Lorraine, Lorruam afirmou que está “esperando tudo se esclarecer, e que a justiça seja feita da maneira mais correta possível, sem calúnias e mentiras”.

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