Endereço de moradora de Osasco é usado sem que ela saiba em suposto esquema de lavagem de dinheiro

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casa osasco
Reprodução

O endereço de uma moradora de Osasco é usado sem que ela saiba em um suposto esquema de lavagem de dinheiro do crime organizado, revela reportagem do jornalista Agostinho Teixeira na Rádio Bandeirantes.

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O endereço dela consta na junta comercial como sendo o de uma padaria, que nunca existiu no local, em nome de Wesley Lima, um homem que ela não conhece. A mulher recebe frequentemente visitas de pessoas e até da polícia procurando por Wesley, além de correspondências endereçadas a ele.

“Já cansaram de vir atrás desse cara aqui. É maquininha de cartão de crédito, é extrato de banco… Já veio até polícia atrás desse cara. Não conheço ele, nunca ouvi falar”, relatou a moradora de Osasco, que mora na casa há 32 anos, à reportagem.

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O endereço é um dos utilizados em um suposto esquema de lavagem de dinheiro com o uso de maquininhas de cartão para a venda de vale-alimentação ou vale-alimentação, no qual o trabalhador “vende” seu benefício e recebe em dinheiro com um desconto que funciona como espécie de taxa para a comercialização irregular.

Para despistar a polícia, os responsáveis pelo esquema usam CPFs e endereços de laranjas para cadastrar maquininhas, que são trocados frequentemente.

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