Ministério Público investiga Câmara de Osasco por contratos de locação de prédio

Ministério Público investiga Câmara de Osasco por contratos de locação de prédio

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No dia 30 de outubro o Ministério Público abriu inquérito civil para investigar contratos de locação e de reforma do prédio ao lado da Câmara Municipal. O inquérito atendeu denúncia da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

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O Ministério Público quer saber se, no momento da locação, o prédio possuía condições de instalação para receber a Câmara, e se foi feita uma licitação para contratar uma empresa para fazer a readequação do espaço.

Segundo a denúncia, mesmo com a locação do referido prédio, a Câmara ainda continua fazendo pagamento de alugueis dos prédios utilizados anteriormente, já que o prédio novo ainda não possuiria as condições de instalação.

Diversas informações estão sendo solicitadas pelo MP à Câmara, dentre elas se houve avaliação do valor de locação imóvel; se a Câmara continua pagando outros aluguéis, e, caso positivo, qual o valor gasto em cada um. O inquérito apura ainda se existe o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB); entre outras solicitações de valores, cômodos e utilidade do imóvel.

A notificação foi encaminhada ao Dr. Elissandro Lindoso, presidente da Câmara Municipal de Osasco, concedendo prazo de 20 dias para apresentação de todos os documentos em defesa do Legislativo.

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Denúncia foi feita antes da prisão da presidente da OAB

A investigação aberta pelo Ministério Público aconteceu logo depois do emblemático episódio que culminou com a prisão em flagrante da presidente da OAB Osasco, Libânia Aparecida da Silva, acusada de tentativa de extorsão ao presidente do Legislativo osasquense, vereador Dr. Elissandro Lindoso.

Libânia foi detida na noite de 24 de outubro em um restaurante no Km 53 da rodovia Castello Branco por policiais civis após receber um envelope com R$ 2 mil em dinheiro de Lindoso. O vereador vinha sendo alvo de denúncias de Libânia e foi à polícia relatar suposta tentativa de extorsão por parte dela e do marido, Carlos Gomes. No momento da prisão, a advogada estava com o esposo, que também foi preso.

A presidente da OAB de Osasco foi solta no dia 27 de outubro

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