Desenvolvimento é sinônimo de inclusão

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Quando me perguntam sobre os sentidos das políticas públicas sempre respondo com convicção: fazer política pública em uma sociedade desigual e excludente significa apostar nas possibilidades de inclusão.

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A desigualdade não é fruto da natureza. Trata-se de um processo histórico onde se reconhece os terríveis níveis de concentração de renda, riqueza e poder. Não é fácil transformar uma situação que perdura há séculos e que está arraigada em nossa herança social. E muitos são aqueles que procuram dizer que “as coisas sempre foram assim e vão continuar assim”. Ideia que evidentemente não concordo.

Aliás, quando relembramos a história do país percebemos o quanto esta é repleta de fatos históricos e de grandes acontecimentos onde, via-de-regra, é associada quase sempre àqueles “grandes personagens”, as “figuras ilustres”. E relembro antigos ensinamentos: “se foram os faraós que construíram as pirâmides, quem foram aqueles que carregaram as pedras?”
Até bem poucos anos as políticas públicas para as maiorias excluídas da sociedade se resumiam à possibilidade de concessão de cestas básicas, que em geral eram entregues por algum político de plantão.

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Foram necessárias muitas lutas dos trabalhadores e muita participação comunitária para que algumas medidas ampliassem as possibilidades de acesso a um conjunto de ações governamentais. E digo mais: estas ações foram fortalecidas em nível nacional desde a posse do então presidente Lula, cujo governo fortaleceu e potencializou as políticas de inclusão. A presidenta Dilma, em que pese todas as dificuldades, tem prosseguido no mesmo caminho.

Em nossa cidade sob o comando do prefeito Jorge Lapas, as políticas publicas, ao mesmo tempo em que objetivam melhorar a vida de todos, priorizam claramente aqueles que mais precisam.
E a cada dia fica evidente que as ações governamentais nas diferentes esferas, precisam enfrentar as diferentes dimensões da exclusão, ou seja, a dimensão econômica é aquela que se evidencia de um modo bastante forte. Mas é necessário um apurado olhar sob outros aspectos.
Na Secretaria, trabalhamos em muitas frentes para fazer cada vez mais valer a perspectiva de que o desenvolvimento deve contribuir com o fim de todos os sentidos da exclusão.

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Mônica Veloso é diretora do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região e secretária de Desenvolvimento, Trabalho e Inclusão de Osasco

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