Após denúncias de violação dos direitos trabalhistas, Secor protesta em frente as Lojas CEM e Assaí

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Após denúncias de violação dos direitos trabalhistas, Secor protesta em frente as Lojas CEM e Assaí
Presidente do Secor, José Pereira da Silva Neto, discursando durante ato

Após denúncias de violação dos direitos trabalhistas, Secor protesta em frente as Lojas CEM e Assaí
Presidente do Secor, José Pereira da Silva Neto, discursando durante ato

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Na última sexta-feira, 4, o Sindicato dos Comerciários de Osasco e Região (Secor) esteve em frente a Lojas CEM e também na porta da rede atacadista Assaí, ambas em Osasco, em manifestação pelos direitos dos funcionários que trabalham nesses estabelecimentos. O ato aconteceu após denúncias feitas pelos próprios empregados.

Localizada no centro da cidade, a Lojas CEM, uma das maiores redes de vendas de móveis do país, tem demitido seus funcionários por justa causa sem motivo aparente, conforme delatam funcionários. “Esse é o principal problema. No entanto, a Lojas CEM está desrespeitando os trabalhadores em outros aspectos. Queremos uma solução rápida para essas demandas”, explicou o presidente do Secor, José Pereira da Silva Neto.

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Entre as reivindicações estão o não fornecimento de uniforme gratuito para trabalhadores, refeitório inutilizado, a caixa da loja, ao final do dia, faz trabalho de banco, correndo o risco de ser assaltada. O Secor aguarda, até quarta-feira, 9, posição da Loja CEM.

No caso da atacadista Assaí, a manifestação também foi motivada por denúncias de funcionários do estabelecimento. A loja em questão fica na Avenida dos Autonomistas e, segundo os trabalhadores, também há desrespeito aos direitos trabalhistas. O Secor apurou e constatou o fato.

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A principal reivindicação do Secor e dos comerciários da rede é o fim do assédio moral. “Queremos também que os trabalhadores não sofram desconto indevido no adiantamento do mês e que a unidade da Avenida dos Autonomistas ofereça infraestrutura adequada, tanto para funcionários quanto para clientes, pois percebemos até buracos no chão, o que dificulta o manejamento de carrinhos no local”, afirmou o diretor do Secor, Edson Bertoldo. Nesse caso, o sindicato aguarda retorno da empresa até essa sexta-feira, 11.

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