Pedreiro que ficou paraplégico após ter sido soterrado em Carapicuíba pede ajuda

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pedreiro soterrado carapicuíba
Cláudio de Sousa Neves ficou paraplégico após ter sido soterrado / Foto: arquivo pessoal

O pedreiro Cláudio de Sousa Neves, de 41 anos, viu a sua vida mudar após ser atingido por um deslizamento de terra, na Cidade Ariston, em Carapicuíba. Ele ficou paraplégico, passou a enfrentar dificuldades financeiras e pede ajuda para conseguir ao menos uma cama hospitalar.

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Cláudio estava escavando uma garagem quando a terra cedeu e o atingiu, no dia 15 de agosto, na rua Quatá. Ele ficou soterrado por quase 20 minutos. O pedreiro foi socorrido pelo helicóptero Águia da Polícia Militar e levado para o Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (Incor), onde passou por uma série de cirurgias. Cláudio teve duas fraturas na perna, trauma na coluna e perfurou o baço.

O pedreiro recebeu alta após 15 dias internado. Ele mora sozinho, paga aluguel e pensão de seus dois filhos, um menino de sete anos e uma menina de nove. “A mãe do meu filho está cuidando de mim. Ela saiu do emprego dela, mesmo pagando aluguel, só para cuidar de mim e dou graças a Deus por isso porque se não, não sei como eu iria fazer. Sou muito grato pela força que ela tem me dado”, disse Cláudio, ao Visão Oeste.

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Paraplégico, ele se vê sem condições de arcar com todas as suas necessidades desde que chegou em casa, pois os gastos com medicamentos tem sido constantes. Além disso, passou a usar fralda, o que aumentou as despesas. “Depois que saí do hospital, fiquei acamado. A única fonte de renda que eu tinha era meu trabalho de pedreiro e agora não sei como vai ser”.

“Não tem sido fácil, sabe? Eu não consigo dormir na cama, não consigo dormir no sofá. Então tem uma cadeira aqui, tipo daquelas de descanso, que é aonde eu consigo dormir um pouco, mas ela é muito apertada e me machuca muito porque estou com 70 pontos da cirurgia que fiz nas costas”, continuou.

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Ajude

Impossibilitado de trabalhar, Cláudio tem vivido de doações e fez uma vaquinha online para conseguir comprar ao menos uma cama hospitalar para conseguir dormir melhor.

Além da cama hospitalar, ele precisa de uma cadeira de banho, fraldas geriátricas (tamanho G), luvas cirúrgicas e gazes. Quem quiser contribuir, basta acessar o link da vaquinha virtual, ou entrar em contato com Cláudio pelo telefone (11) 96038-4406.

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