Compartilhar

Em meio à adolescentes e adultos analfabetos, famílias sem a renda de um salário mínimo e postos de saúde quase que impossibilitados de cuidar dos pacientes, eis que nasce mais um tema absurdamente ridículo: apropriação cultural.

Sim, estou acostumada com polêmicas em cima de temas não muito importantes. Mas custei a acreditar que, em um país tão diversificado como o nosso, isso seria motivo de discussões e preconceito. Somos o Brasil, pessoal! Somos negros, louros, mamelucos, pardos, albinos, temos ainda alguns japoneses, haitianos, coreanos… Somos uma mistura tão linda!

Devemos fixar em nossas mentes que não somos todos padronizados, somos a diversidade, na forma mais original da palavra.

Publicidade

Se o negro quer alisar o cabelo, que alise! Se o branco quiser deixar o cabelo mais volumoso, que deixe! Somos livres para escolhermos nossos estilos. Cada um de nós é um mundo diferente, o qual jamais se limitará semente aos estereótipos já inventados por outros. Sempre tem um diferente e, que bom que tem!

A diversidade é mais cor para a aquarela, mais formas, novas ideias, novas invenções… A diversidade é o que irá nos levar para o próximo século com inovações maravilhosas, isso não deve ser proibido, deve ser incentivado!

Em meio à adolescentes e adultos analfabetos, famílias sem a renda de um salário mínimo e postos de saúde quase que impossibilitados de cuidar dos pacientes, eis que nasce mais um tema absurdamente ridículo: apropriação cultural.

Sim, estou acostumada com polêmicas em cima de temas não muito importantes. Mas custei acreditar que, em um país tão diversificado como o nosso, isso seria motivo de discussões e preconceito. Somos o Brasil, pessoal! Somos negros, louros, mamelucos, pardos, albinos, temos ainda alguns japoneses, haitianos, coreanos… Somos uma mistura tão linda!

Devemos fixar em nossas mentes que não somos todos padronizados, somos a diversidade, na forma mais original da palavra.

Se o negro quer alisar o cabelo, que alise! Se o branco quiser deixar o cabelo mais volumoso, que deixe! Somos livres para escolhermos nossos estilos. Cada um de nós é um mundo diferente, o qual jamais se limitará semente aos estereótipos já inventados por outros. Sempre tem um diferente e, que bom que tem!

A diversidade é mais cor para a aquarela, mais formas, novas ideias, novas invenções… A diversidade é o que irá nos levar para o próximo século com inovações maravilhosas, isso não deve ser proibido, deve ser incentivado.

Quem sou eu 

Sou estudante e moro em Itapevi. Tenho 20 anos e escrevo desde os 11. Acredito que muitos se identificarão com os textos e verão que não estão sozinhos. Amo os animais, assim como amo escrever. E sonho com um melhor mundo para eles.

Escrevo às terças e sextas no site do Visão Oeste. É muito bom ter você aqui comigo nas “Crônicas da Ju França”. Volte sempre!

Comentários

Faça seu comentário