Encenação do “Auto da Paixão” começa hoje em Osasco

Encenação do “Auto da Paixão” começa hoje em Osasco

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Espetáculo é encenado pelo Grupo de Cultura Popular Lira dos Autos, na Escola de Artes César Antônio Salvi

Em Osasco, nesta quarta-feira (17), quinta e sexta, às 20h, será encenado o “Auto da Paixão – Via Sacra Dolorosa”, com o Grupo de Cultura Popular Lira dos Autos, na Escola de Artes César Antônio Salvi (Rua Tenente Avelar Pires de Azevedo, 360, Centro). A entrada é gratuita. A encenação é promovida pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de Osasco.

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Inspirado nas tradições que narram a trajetória de Jesus desde o seu batismo à crucificação e à ressurreição, a história será contada e cantada com os lamentos de Verônica, personagem típico nas procissões do Senhor morto em cidades brasileiras.

O grupo mostra de forma não tradicional a história mais conhecida universalmente, com a base do teatro de rua, levando o espectador a uma vivência e experiência única, tanto em aproximação da história, quanto em relação a análise crítica e comovente da trajetória de Jesus; resgatando cantos e danças populares, como Maculelê, Boi, Ciranda, Festas do Divino e elementos circenses, fortalecendo as tradições folclóricas e populares brasileiras.

“Auto da Paixão – Via Sacra Dolorosa”

Nesta montagem, diferente dos outros espetáculos já encenados, o “Auto da Paixão – Via Sacra Dolorosa” explora a interpretação dramática dos atores, utilizando do espaço cênico, em que o público se move conforme as cenas do espetáculo, colocando o público como parte da história.

O espetáculo “Auto da Paixão – Via Sacra Dolorosa” tem duração de 80 (oitenta) minutos e se resume aos quadros da passagem de Jesus, contados por Verônica.

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Do encontro com João Batista que é revelado a chegada do Messias, a história que vem permeando o século, se desenvolve nas passagens bíblicas: o sofrimento de Cristo no deserto, a última Ceia, sua angústia no Monte das Oliveiras, seu sofrimento ao carregar a cruz, sua crucificação e finalmente, a ressurreição. E termina com o “Estandarte” que representa simbolicamente o Cristo Ressuscitado.

O roteiro pré-determinado conta com músicas compostas por Genivaldo de José, criadas de acordo com cada quadro montado, buscando inspiração dos cânticos tradicionais e canções populares que se permeiam desde o repente ao blues americano.

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