Escola onde aluna foi estuprada em Osasco já teve caso de abuso...

Escola onde aluna foi estuprada em Osasco já teve caso de abuso coletivo

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Escola Estadual “Educador Paulo Freire” / Foto: reprodução/Google Maps

A escola estadual “Educador Paulo Freire”, no Jardim Aliança, em Osasco, onde uma aluna de 12 anos foi estuprada por um homem na manhã desta quinta-feira (7), teve um caso de abuso coletivo que teria sido cometido por nove homens, em 2015.

Na época, quatro maiores, entre 18 e 22 anos, foram presos e cinco adolescentes foram apreendidos, acusados de abusarem de uma adolescente de 13 anos.

De acordo com reportagem do G1, da Rede Globo, a garota havia fugido de casa após discutir com familiares e foi a um bar, onde encontrou os agressores. Eles levaram a menina à escola e a uma casa nas proximidades, onde ela sofreu abuso sexual, por volta das 5h.

A adolescente foi encontrada por policiais militares com a bermuda rasgada, sentada ao chão. Ela segurava uma caixa de papelão para proteger as partes íntimas. Após voltarem aos mesmos locais, os policiais detiveram um dos suspeitos. O homem informou à polícia o endereço dos demais comparsas.

Menina violentada nesta quinta está internada

No caso desta quinta-feira (7), a mãe da garota contou à Agência Record que a menina relatou que um colega de turma havia lhe chamado para buscar uma flor em uma área isolada da escola. Chegando lá, o rapaz a deixou sozinha. Até que apareceu um homem que se identificou como Bruno, disse que era aluno da escola, no período noturno, e começou a tirar a roupa e abusar dela, ameaçando-a de morte caso gritasse.

Após ser atacada, a menina procurou ajuda de professores e profissionais da escola. A Polícia Militar e o Conselho Tutelar foram acionados. A garota foi levada ao hospital, onde foram feitos exames e ficou constatado que ela havia sido violentada.

A menina, que está na sexta série, foi encaminhada ao Hospital Pérola Byinton, em São Paulo, onde passou por cirurgia e permanece internada em estado estável, sem previsão de alta.

Em nota à Agência Record, a Diretoria Regional de Ensino de Osasco afirmou repudiar todo e qualquer ato de violência e que a escola colabora com a Polícia Civil para investigação do caso, que foi registrado no 4º Distrito Policial de Osasco como estupro de vulnerável. (Com informações do portal R7)

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