Obras fecham pronto socorro do Regional

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Demora em conclusão de reforma gera diminuição do atendimento e críticas ao governo Alckmin
Demora em conclusão de reforma gera diminuição do atendimento e críticas ao governo Alckmin

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Desde a semana passada, o Pronto Socorro do Hospital Regional de Osasco, do Governo do Estado, passou a atender somente emergências de pacientes levados por resgate ou pelo Samu. A unidade entrou na segunda fase de obras de ampliação e pode prejudicar 18 mil pessoas, número de atendimentos mensais.
Único hospital da região que realiza procedimentos de alta complexidade como neurotraumatismos e cirurgias delicadas, o Regional têm sido alvo de críticas pela falta de atendimento. A publicitária Cecília Camargo conta que foi até a unidade levar sua mãe para fazer um exame e se deparou com a recepção fechada. “Ao questionar o que está acontecendo, dizem que não estão fazendo ficha, que não tem atendimento”, conta.
No ano passado, em artigo veiculado na imprensa, o prefeito de Osasco Jorge Lapas (PT) cobrou respostas do governador Geraldo Alckmin (PSDB). “Desde 2011 o HR passa por inexplicáveis ‘reformas’, o que ocasionou o fechamento de nada menos de 122 leitos”, disse, citando dado do Serviço Único de Saúde (SUS).
A Secretaria de Estado da Saúde diz que “a unidade continua atendendo casos de politrauma encaminhados pela Central de Regulação e Ofertas de Serviços de Saúde (Cross)”, e indicou que “pacientes com casos mais simples poderão procurar pelo Hospital Municipal de Osasco, pela UPA Vila Menck e pelas UBSs Santa Maria, Irmã Águeda Maria Jaime e Giarde Cury, para o primeiro atendimento e avaliação”.
O pronto socorro deve ganhar 16 novos leitos psiquiátricos, ambulatório, laboratório, serviços de endoscopia, colonoscopia e centro cirúrgico até o final desse ano.

Pronta há um ano, UPA de Carapicuíba continua fechada

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Entregue em 2014, com três anos de atraso, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Carapicuíba ainda não foi inaugurada. Nesta semana o assunto foi objeto de polêmica na TV. Questionado pelo programa CQC, da Band, o prefeito Sergio Ribeiro (PT) disse que “o município não tem verba para contratar funcionários” e que “não vou dar um prazo porque sei que não vou poder cumprir”. A obra teve investimento de R$ 1,5 milhão.

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