Prefeito veta e vereadores de Osasco voltam a discutir passe livre para professores e atletas

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Foto: Ivan Cruz

Com o veto do prefeito Rogério Lins (PODE), os vereadores de Osasco devem voltar a discutir nos próximos dias se mantêm ou derrubam a decisão de barrar os projetos que criam passe livre para professores municipais (19/2017) e atletas (101/2017) nos ônibus municipais.

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A administração alega falta de recursos do município para arcar com as despesas das propostas. A discussão dos parlamentares sobre o veto do prefeito está na Ordem do Dia (uma espécie de fila para votação), da Câmara Municipal.

O projeto de passe livre aos professores prevê a gratuidade no transporte a todos os docentes da rede municipal, mediante apresentação de identidade profissional do demonstrativo de pagamento do mês em curso ou do mês anterior. A gratuidade seria concedida em todos os dias da semana.

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O o autor da proposta é Batista Comunidade (Avante). Para ele, professores municipais recebem salários “defasados e impróprios para a importância da função”.

“O professor é responsável por uma sociedade mais culta, justa e humana. É ele quem apresenta conhecimento e cultura aos jovens. Merece mais respeito”, afirmou.

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Atletas
A proposta de passe livre a esportistas é de autoria de Tinha Di Ferreira (PTB). Ele seria concedido a atletas filiados às federações, associações ou ligas com representatividade legal na respectiva modalidade.

Além disso, o benefício seria destinado “ao trajeto de ida e volta entre a residência ou trabalho do atleta ao local de treinamento previamente comunicado ao concessionário do Sistema de Transporte Público Coletivo”.

“Há muitas dificuldades enfrentadas por esses atletas que, nem sempre, têm veiculo próprio ou mesmo capacidade financeira de sequer arcar com os custos de transporte. Assim, nada mais justo do que fornece a esses atletas o beneficio do passe livre para que se sintam ainda mais estimulados para a prática do desporto”, justifica Tinha no projeto de lei apresentado.

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