Candidato defende programa do PSOL

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IMG_4150Visão Oeste: Quais os principais projetos e bandeiras que defenderá como deputado federal?
Alexandre Castilho: Lutar pela Petrobras 100% estatal, defender a Soberania Nacional combatendo os leilões/privatização dos campos de petróleo e apoiar a campanha O Petróleo tem que ser nosso!; defender serviços públicos de qualidade com investimento de 10% do PIB na Educação e 10 % na Saúde; buscar recursos para obras de combate às enchentes e mobilidade urbana; apoiar a estruturação de serviços de recuperação de dependentes químicos; apoiar políticas públicas para inclusão e defesa das pessoas com deficiência; apoiar a democracia direta, com plebiscitos e referendos; exercer um mandato participativo em sintonia com a população e movimentos sociais.

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“Não vou ceder ao toma-lá-dá-cá tradicional”

Fale um pouco sobre sua trajetória política.
Sou técnico metalúrgico e empregado concursado da Petrobras, onde trabalho como técnico de inspeção de equipamentos. Fiz parte da oposição à atual direção do Sindicato dos Petroleiros Unificados-SP em 2008 e 2011.
Atualmente sou Ministro da Palavra. Fui catequista, formador da Renovação Carismática Católica e Setorial do Encontro de Casais com Cristo. Atuei politicamente próximo ao mandato do deputado federal Orlando Fantazzini, que foi presidente da Comissão de Direitos Humanos, membro do Conselho de Ética da Câmara Federal e braço direito de Hélio Bicudo, ambos muito próximos da CNBB. Sou presidente do PSOL/Osasco e membro do Diretório Estadual.

“Luto por uma Petrobras 100% estatal”

O senhor ainda não exerceu nenhum mandato eletivo. O que o credencia a ser deputado federal?
Todos os candidatos de Osasco estão aliados do PT ou PSDB. Sou o novo da política e tenho a coragem necessária para enfrentar a velha política. A prova disso foi a nossa candidatura a prefeito nas eleições de 2012, onde enfrentei PT e PSDB com pouquíssimos recursos financeiros e obtive quase 9 mil votos desejosos por mudança.
Nesta eleição, continuo lutando por mudanças na política, motivo pelo qual não fiz alianças com os grandes partidos e não me curvei aos grandes financiadores de campanha. O que me credencia a ser deputado federal é o compromisso de atuação em defesa dos interesses da população lutando por serviços públicos de qualidade e sem ceder ao toma-lá-dá-cá tradicional dos grandes partidos e financiadores de campanhas eleitorais. A minha aliança é com a população.

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