Prefeito eleito Rogério Lins está detido na penitenciária de Tremembé / Foto: Eudes de Souza/CMO

O Ministério Público do estado deve pedir à Justiça Eleitoral que o prefeito eleito de Osasco, Rogério Lins (PTN), e seis vereadores reeleitos que foram presos na Operação Caça Fantasmas não tomem posse para o próximo mandato.

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Os parlamentares reeleitos presos na operação são: o presidente da Câmara, Jair Assaf (PROS), Antonio Aparecido Toniolo (PCdoB), Alex da Academia (PDT), Batista Comunidade (PTdoB), Fancisco de Paula (PSDB) e Josias da Juco (PSD).

Também foi preso o vereador André Sacco (PSDB), que já havia sido anunciado como futuro secretário de Saúde da gestão do prefeito eleito Rogério Lins, vereador licenciado que também teve a prisão preventiva decretada, mas não foi preso por estar em viagem ao exterior.

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Outros parlamentares presos são Alex da Academia (PDT), João Góis (PT), Olair Prado, o Maluco Beleza (PTB), Rogério Silva (PRB) e Valdomiro Ventura (PTN).

Um dos acusados de envolvimento no suposto esquema, Maluco Beleza não foi localizado e “está foragido”, informou o MP.

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Já Karen Gaspar (PTdoB) não foi presa por estar em viagem. Andrea Capriotti (PEN) está internada no hospital Sino Brasileiro se recuperando de um acidente de carro e deve ser encaminhada à prisão após receber alta.

Presos estão na penitenciária de Tremembé 

Os dez parlamentares presos nesta terça foram encaminhados à penitenciária de Tremembé, no interior paulista.

Os vereadores são acusados de envolvimento em um suposto esquema de contratações de funcionários fantasmas. De acordo com o MP, os vereadores ficavam com parte dos salários dos fantasmas.

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