No Pros, ex-tucano Jair Assaf deve ir para a base do petista Jorge Lapas

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O vereador Jair Assaf

“Agora, pretendo levar as sugestões ao prefeito e que ele me atenda”, afirma Assaf / Foto:
“Agora, pretendo levar as sugestões ao prefeito e que ele me atenda”, afirma Assaf / Foto:

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Leandro Conceição

O vereador osasquense Jair Assaf deixou o PSDB rumo ao recém-criado Partido Republicano da Ordem Social (Pros) para se aproximar da base aliada do prefeito Jorge Lapas (PT), que ele deve passar a integrar oficialmente.
“Sempre trabalhei com a comunidade. Quero ser mais útil à comunidade, cobrar, fiscalizar, mas quero ser atendido também nas minhas reivindicações, meus projetos. Como oposição, eu tinha dificuldade de relacionamento, o atendimento [do Executivo] não era direcionado ao meu trabalho”, explicou.

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“Como oposição, eu tinha dificuldade”, diz vereador

“Agora, pretendo levar sugestões ao prefeito e que ele me atenda na comunidade. Se isso for considerado [ser da] base, eu vou ser”, continua o ex-tucano. No entanto, o vereador diz que vai “esperar a posição do partido”.
Assaf era um dos nomes mais tradicionais do PSDB em Osasco. Fazia parte do mesmo grupo político, hoje liderado pelo deputado estadual Celso Giglio (PSDB), há mais de 30 anos.
Ele diz que a mudança não altera a relação com os ex-correligionários. “Não saí [do PSDB] escondido, com traição, com falsidade”

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Lamento
O vereador Sebastião Bognar (PSDB) disse lamentar a saída do colega, “mas é uma decisão pessoal dele, a gente tem que respeitar e respeita”. A provável ida de Assaf para a base ainda não teria sido discutida pelos tucanos: “Essa possível migração para a base eu não sei ainda, não ouvi falar isso ainda. Se ele falar isso, vamos discutir o assunto”.

Base aliada terá 18 vereadores

Com a provável migração de Jair Assaf (Pros), o prefeito Jorge Lapas (PT) passará a ter uma base aliada “oficial” de 16 dos 21 vereadores. O número chega a 18 se somados Andrea Capriotti e Josias da Juco, do PSD. O partido deixou oficialmente a base aliada, mas os dois parlamentares têm mantido o apoio ao Executivo.

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