Projeto quer proibir abertura de igrejas e escolas na fase Vermelha em Osasco

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culto osasco
Culto religioso / Imagem ilustrativa / Pixabay

Em meio à fase Vermelha do Plano São Paulo, que libera apenas o comércio e serviços considerados essenciais no estado até o dia 19, tramita na Câmara de Osasco que quer incluir igrejas e escolas entre os estabelecimentos impedidos de prestar atendimento ao público.

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O projeto de lei 33/2021, da vereadora Juliana da Ativoz (PSOL), quer tornar mais rigorosas do que o determinado pelo governo do estado as medidas de enfrentamento à covid-19 em Osasco.

A proposta visa estabelecer a suspensão, por 15 dias, dos serviços não consideradas essenciais, entre as quais atividades educacionais presenciais em todas as creches, escolas, universidades e faculdades, das redes de ensino publica e privada; templos religiosos, igrejas, cultos e missas.

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Pelas atuais regras do Plano São Paulo, escolas e igrejas estão incluídas entre os serviços essenciais e liberadas para prestar atendimento ao público, seguindo limitações e outras regras determinadas contra a disseminação da covid-19.

“Precisamos de maior rigor nas medidas de restrição às atividades não essenciais, que possam ser reavaliadas semanalmente, de acordo com a situação epidemiológica da cidade”, defende a autora na Justificativa do projeto. “Ao observar a evolução diária de novos casos nos países que fizeram ‘lockdown’, vemos a redução drástica de casos”, completa Juliana da Ativoz.

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