Vereadores investigados ganham liberdade provisória

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Presos em agosto, os vereadores de Carapicuíba Carlos Japonês e Elias Cassundé (suspensos do PPS), e a ex-secretária de Administração, Eliane Cristina Pereira, foram soltos por habeas corpus concedido pela Justiça.

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Eles seguem para o regime domiciliar, com restrições determinadas por medidas provisórias. Carlos Japonês pediu licença da Câmara por 30 dias.
Os parlamentares e a ex-secretária são investigados na Operação Pasta Vazia, do Ministério Público e da Polícia Civil, que apura fraudes em processos seletivos.

O TJ-SP determinou que o trio compareça uma vez por mês em juízo para dar continuidade à investigação. Eles têm acesso restrito a qualquer prédio da administração municipal e estão proibidos de fazer contato com testemunhas do caso e qualquer funcionário público.

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Além disso, estão suspensos do exercício de função pública ligada a Carapicuíba e não podem exercer novas funções públicas até o trânsito em julgado da sentença, com exceção da possibilidade de Elaine voltar a dar aulas. Os investigados não podem sair da cidade e devem estar em suas casas no período das 19h às 6h.

Tucanos continuam presos e petistas foragidos
Também suspeito de fazer parte do esquema de fraudes em processos seletivos em Carapicuíba, o vereador Jefferson Macedo (PSDB) permanece preso.

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Além disso, continuam foragidos o ex-secretário municipal Everaldo Francisco da Silva e o ex-deputado estadual Isaac Reis, ambos do PT.

Envolvido no mesmo caso, Nenê Crepaldi (ex-PPS) já estava em prisão domiciliar, desde que formulou colaboração premiada com a Justiça.

Outro vereador carapicuibano preso por suspeita de corrupção é Paulo Xavier (PSDB).

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