Dobra o número de matrículas no ensino superior no Brasil em 10 anos

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Fláudio Azevedo Limas É vice-prefeito de Itapevi pelo PT

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Nos últimos dez anos, dobrou o número de matrículas em instituições de educação superior no Brasil, passando de 3,5 milhões para mais de 7 milhões de alunos nas universidades, faculdades e institutos. Os dados são do Censo da Educação Superior 2012, feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e divulgado pelo Ministério da Educação no último dia 17.

A pesquisa revela que, em um ano, houve crescimento de 4,4% nas matrículas no país. Nas instituições públicas, as matrículas chegaram a 1.087.413. Enquanto isso, as redes privadas alcançaram 5.140.312.

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Entre 2011 e 2012, as áreas de Ciências Sociais, Negócios, Direito e Educação foram as mais procuradas. Por outro lado, as áreas de Humanas, Artes e Serviços se apresentaram com menor destaque. O documento mostra ainda que, “apesar de expressivos avanços entre gerações, considerando diferentes dimensões (renda, cor, raça, sexo e região geográfica), fica claro que as políticas de inclusão em curso precisam ser mantidas e ampliadas para garantir igualdade de oportunidades educacionais para todos os brasileiros”.

O resultado aponta que quem quer, hoje, tem acesso ao ensino superior. Programas de expansão do ensino superior público e privado, como o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), garantem o acesso dos jovens de baixa renda.

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O grande esforço do governo federal com estes incentivos é chegar, até 202, a média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) – também meta do Plano Nacional de Educação (PNE), em tramitação no Congresso Nacional – de 34% da população de 18 a 24 anos matriculados no ensino superior ou graduados. A taxa atual é 17,8%.

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