Irmã de Osvaldo Verginio, assassinado em 2018, é pré-candidata a vereadora: “O legado continua”

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preta osvaldo verginio
“Vamos dar continuidade ao trabalho do meu irmão, que foi assassinado brutalmente”, diz Preta Verginio

Preta Verginio, irmã de Osvaldo Verginio, será candidata a vereadora em Osasco nas eleições municipais de novembro e usa o irmão, morto em 2018, como garoto-propaganda: “O legado continua”, diz ela.

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Osvaldo Verginio foi deputado estadual, vereador e secretário municipal em Osasco. O político foi assassinado a tiros em dezembro de 2018, aos 55 anos, em um crime que ainda não foi esclarecido pela Polícia Civil.

Ao confirmar a pré-candidatura, pelo Progressistas, Preta Verginio declarou, nas redes sociais: “Vamos dar continuidade ao trabalho do meu irmão, que foi assassinado brutalmente”.

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Na internet, ela compartilha diversas imagens de momentos ao lado de Osvaldo: “Quando bate a saudade o que nós consola são as lembranças. Como dói ver que não temos justiça”, diz, em uma das publicações. “Que saudade de você meu irmão. Para sempre vou te amar. É amor para a vida toda. Deus vai por tudo no devido lugar em nome de Jesus”, afirma, em outra.

preta e osvaldo verginio
Reprodução

Ela já recebeu mensagens de incentivo de nomes como o forrozeiro Frank Aguiar, que cantava o jingle chiclete que virou marca registrada de Osvaldo nas campanhas eleitorais: “É Osvaldo, é Osvaldo, é o Osvaldo Verginio…”.

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O crime

Osvaldo Verginio foi morto a tiros, dentro de seu carro, um Toyota Corolla preto, na rua Heitor dos Prazeres, no Novo Osasco, quando voltava de uma confraternização de fim de ano, na madrugada de 20 de dezembro de 2018.

Os assassinos estavam em outro veículo, um Saveiro branco, que seguia o carro de Verginio. Até que, quando o carro do político parou, um atirador saiu do banco do passageiro da Saveiro e disparou contra Verginio. A arma que ele usou tinha silenciador.

Os criminosos fugiram após os disparos que mataram Verginio, que levou seis tiros. O político estava no carro sentado no banco do carona, acompanhado do motorista e da esposa do condutor, no banco de trás. Ao menos dois tiros feriram de raspão a mulher do motorista, que sobreviveu. Nenhum dos dois conseguiu ver o rosto do atirador.

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