Vira casacas (ou) profissionais?

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O que fazer com a tatuagem? / Foto: Reprodução
O que fazer com a tatuagem? / Foto: Reprodução

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Março de 2015. Após dez anos e mais de 500 jogos pelo Flamengo, Léo Moura se despede, emocionado, como ídolo do Mengão rumo ao futebol dos EUA, com direito a amistoso de despedida com 30 mil flamenguistas no Maracanã e placa entregue por Zico. O jogador se dizia torcedor rubro-negro e que, aos 36 anos, não tinha desejo de jogar por outro clube brasileiro.
22 de junho de 2015. Três meses depois, o presidente do Vasco, Eurico Miranda, anuncia a contratação de Léo Moura. “Jogador profissional não tem clube”, diz.
Chovem críticas de flamenguistas a Léo Moura. Alguns já procuram especialistas para desfazer as marcas na pele que fizeram em homenagem ao até então ídolo. Assustado com a repercussão, Léo Moura pula fora do Vasco e fecha com o Coritiba. Mas um terremoto já abalou muito a relação da maior torcida do país com seu ídolo mais recente.
Recentemente, outro caso curioso: “No Brasil, só jogo no Corinthians”, disse, em novembro, Guerrero, recém-contratado pelo Flamengo.
Parafraseando o rapper Criolo, não existe amor no futebol profissional… Mas este texto todo é só para alertar: nunca, jamais, em hipótese alguma, tatue um rosto de um jogador de futebol em seu corpo. Apagá-la deve doer pra caramba!

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