Desaparecimento de Amanda, em Osasco, está prestes a completar 1 ano

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O desaparecimento da osasquense Amanda Palha está prestes a completar um ano, ainda sem solução. Mãe de quatro filhos, ela sumiu no dia 12 de novembro do ano passado. Foi vista pela última vez entrando em um carro perto de casa, em Osasco.

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A principal suspeita é que ela tenha sido morta em um “tribunal do crime” devido a suspeitas de criminosos de que estaria repassando informações à polícia, de acordo com testemunhas. Diversas buscas em áreas de mata de Osasco, São Paulo e Francisco Morato, foram feitas na tentativa de localizar o corpo da mulher, mas nada foi encontrado.

A mãe de Amanda, Nivalda Silva, apela às redes sociais em buscas de informações que levem ao paradeiro da filha: “Se alguém souber de alguma coisa, por favor me avise. Já na aguento mais essa angústia, pois não pude dar nem um enterro digno para ela. As crianças perguntam da mãe e eu não sei nem o que responder. Por favor, se alguém souber o que aconteceu com o corpo dela me avise. Não precisa se identificar”.

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Amanda era namorada de um traficante da “Favela da Arábia”, na região do Jaraguá, em São Paulo. Conhecido como “Vampirinho”, ele foi morto em outubro do ano passado, em uma troca de tiros com a Rota.

Amanda e “Vampirinho”, morto em outubro, em uma troca de tiros com a Rota / Foto: reprodução

As buscas por Amanda já levaram à polícia a localizar pelo menos dois cemitérios clandestinos, com vítimas de supostos “tribunais do crime”, um na região da favela da Arábia, onde o celular dela emitiu sinal pela última vez, e um em Embu. Nenhum dos corpos encontrados nos locais era o de Amanda.

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O atual namorado dela, conhecido como Rodolfo Augusto Vieira, o “Dentinho”, também é suspeito de ter relação com o crime.

Uma testemunha afirmou que Amanda teria sido torturada durante dois dias antes de ser morta em um “tribunal do crime”, acusada de ter passado informações sobre ações de criminosos à polícia. Ela teria ido ao 8º DP de Osasco momentos antes de desaparecer.

Amanda teria, inclusive, repassado informações que levaram a Rota ao cerco a “Vampirinho” na troca de tiros em que o traficante foi morto.

O pai de Amanda fez um apelo aos envolvidos no sumiço da filha para que, ao menos, revelem onde está o corpo dela: “Se minha filha estiver morta, só entrega para a gente para a gente poder fazer o sepultamento dela dignamente”, afirmou, em entrevista ao “Brasil Urgente”, da Band. “A gente está sofrendo muito”.

Quem tiver informações que possam levar ao paradeiro de Amanda pode entrar em contato com o Disque Denúncia 181, com anonimato garantido, ou a Polícia Militar 190.

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