Dilma ainda negocia reforma ministerial

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Após quatro dias de intensas negociações, a presidente Dilma Rousseff ainda não conseguiu fechar o quebra-cabeça da reforma ministerial. As dez pastas que serão extintas e os nomes que vão compor o novo ministério só serão anunciados semana que vem, quando a presidente retornar dos Estados Unidos. Apesar de conversar com diversos partidos, o desenho da reforma ainda não agradou a todos da base alidada.
Nesta semana, após negociações com o PMDB, que deve ganhar mais ministérios, o governo conseguiu manter na Câmara os vetos da presidente à chamada pauta-bomba, que geraria gastos que impediriam o ajuste fiscal. “A vitória na votação dos vetos no Congresso demonstra que o governo soube preservar sua base de sustentação. Com a reforma administrativa, que deverá ser anunciada, Dilma retoma sua ofensiva política”, diz o deputado federal Valmir Prascidelli (PT-SP).
Prascidelli defende que a CPMF seja cobrada somente dos mais ricos e que sejam criadas faixas de isenção, como acontece no Imposto de Renda. “Eu defendo que o Brasil deixe de cobrar impostos sobre o salário e o consumo e passe a tributar, prioritariamente, o patrimônio e a renda. A criação de faixas de isenção na CPMF, a exemplo do Imposto de Renda, é a melhor alternativa para não sacrificar os trabalhadores”, disse.

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