Centrais marcam ato conjunto para 11 de julho

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Presidentes das centrais sindicais discutem a mobilização / Foto: Eduardo Metroviche
Presidentes das centrais sindicais discutem a mobilização / Foto: Eduardo Metroviche

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Auris Sousa

As oito centrais sindicais do país decidiram na terça-feira, 25, em reunião na sede da UGT (União Geral dos Trabalhadores), em São Paulo, fazer uma série de manifestações em todo o país no próximo dia 11 de julho.
Na data, participarão da mobilização nacional Força Sindical, CUT (Central Única dos Trabalhadores), UGT, CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), NCST (Nova Central Sindical dos Trabalhadores), CSP (Central Sindical e Popular) -Conlutas, CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), CSB (Central dos Sindicatos do Brasil), juntamente com o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra).

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Com o lema “Pela Democracia e pelos Direitos dos Trabalhadores” e uma pauta unificada, trabalhadores de diversas categorias pretendem destravar a pauta da classe trabalhadora com o governo, reivindicando o fim do fator previdenciário, redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, saúde, educação, melhorias no transporte público, reforma agrária, entre outros pontos.

“Será um dia nacional de luta com greves e manifestações em todos os estados. Vamos parar contra a inflação e para pedir também mudanças na política econômica do governo”, explicou Paulo Pereira da Silva, Paulinho, presidente da Força Sindical.

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Para o presidente da UGT, Ricardo Patah, as reivindicações dos trabalhadores têm relação com as das últimas manifestações que tomaram as ruas de diversas cidades do país. “Não há nenhuma bandeira que venha sendo colocada nas ruas que o movimento sindical historicamente não tenha defendido”, afirmou.
Nesta sexta-feira, 28, cada central deve sugerir locais de concentração em cada estado para reunir os trabalhadores, além de indicarem as categorias que podem parar.

Sindicalistas apresentaram pauta a Dilma

Na quarta-feira, 26, os itens da pauta unificada foram apresentados à presidente Dilma Rousseff, em encontro realizado no Palácio do Planalto, em Brasília. A reunião faz parte de um dos compromissos assumidos pela presidente e anunciados no último dia 21 em cadeia nacional de rádio e televisão: o de abrir diálogo com todos os movimentos.
Segundo informações da Agência Brasil, o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, que também participou da reunião, disse que a presidente pediu aos representantes das centrais sugestões que possam ser incluídas no futuro plebiscito através do qual a população deverá decidir aspectos da reforma política.

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