Greve dos professores completa duas semanas

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Foto: Reprodução

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William Galvão

Organizados pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) desde a semana passada, professores de 22 estados permanecem em greve. A categoria luta para que seja implantado o piso nacional dos professores (Lei 11.738/2008), além de demandas específicas de cada região.
A paralisação atinge 25% dos professores do país, segundo a CNTE.

Professores de São Paulo pedem aumento de 36,74% 

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Em São Paulo, segundo a Apeoesp – Associação dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, 35% dos professores estão em greve. Entre as reivindicações está o aumento salarial de 36,74%, (a Secretaria de Educação propôs apenas 8,1%) e a aplicação da lei que prevê que 33% da jornada de trabalho destinem-se à preparação das aulas. O secretário de Educação do estado Herman Voordwald propôs avaliar a proposta somente no segundo semestre.
Nesta sexta-feira, 3, uma assembleia no vão livre do Masp, em São Paulo, vai definir os rumos da greve no estado.

Osasco
Segundo o coordenador da Apeoesp Osasco, João Joaquim, a greve na região está aquém do esperado. “Os professores resolveram fazer greve somente as sextas, nos outros dias estão todos nas escolas”, disse. De acordo com José de Jesus Costa, da direção da Apeoesp, não há uma contagem exata na região. “Sabemos que das 52 escolas estaduais em Osasco, cada escola tem pelo menos 3 ou 4 professores em greve”, afirma. A previsão da entidade é que a greve se estenda pelos próximos dias e ganhe força.

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